terça-feira, 25 de novembro de 2014

O INFINITO EM OUTRAS VOLTAS - Capítulo 19



Continuaram respirando juntas...

Boca a boca...

Incapazes de se separarem ou de pararem, mesmo depois de terem perdido a conta de quantos orgasmos já haviam atingido.

Isso pouco importava.

Naquele momento, toda e qualquer noção de espaço e tempo parecia inexistir.

A realidade era Letícia acariciando as costas de Paula, os dedos se enfiando na pele, puxando-a com força, como se quisesse fundi-las em uma, enquanto Paula dançava, se esfregava, se comprimia incansavelmente nela...

Desceu a mão direita entre as duas, procurando e encontrando o que procurava, fazendo Letícia gemer, se contorcer e se render completamente aos dedos que a penetravam... Até explodir numa intensidade inacreditável, a mesma com que Paula a acompanhou, estremecendo e gemendo com ela...

Ficaram se recuperando, o rosto de Paula nos cabelos de Letícia, a mão direita de Letícia na nuca de Paula, descendo em carícias arrepiantes pela coluna... Embriagadas pelo gosto, som, odor, textura, ardor... Presença. Uma da outra.

Durou segundos. Então, a boca de Letícia já estava no pescoço de Paula... Girou o corpo, trocando de posição com ela, desceu os lábios pelo colo, seios, barriga, ventre... Abriu e percorreu as coxas, subindo até o sexo... Passou a língua devagar, querendo saborear cada pedacinho dela...

Com os dedos enfiados nos cabelos de Letícia, Paula se entregou completamente, sussurrando entre gemidos:

- Ai, Le... Desse jeito você... Você... Me enlouquece...

Letícia respondeu sem parar o que estava fazendo, nem afastar a boca um milímetro:

- É justo... Fazer o que você faz comigo... Com você...





Depois, muito depois... As duas ficaram deitadas lado a lado, uma de frente para a outra...

Apenas se olhando...

Letícia acariciou o rosto de Paula, afastou uma mecha de cabelo dela, prendeu atrás da orelha...

Sem pressa alguma, como se nada mais existisse e tivessem... Todo o tempo do mundo.

Paula foi a primeira a voltar, a lembrar-se que tinha uma vida, outra realidade fora dali:

- Eu preciso ir.

A mão de Letícia escorregou pelo pescoço dela, acomodou-se na nuca:

- Já?

Paula se arrepiou, estremeceu, deixou escapar um suspiro... De um jeito que só serviu para instigar Letícia. Grudou o corpo no de Paula, roçou os lábios nos dela:

- Ainda é cedo...

Pediu baixinho, num sussurro:

- Fica...

Antes de morder o lóbulo da orelha...

O corpo de Paula imediatamente amoleceu. Ela gemeu... E cedeu:

- Só mais um pouco.

As bocas se uniram num beijo absolutamente arrebatado, ardente, intenso...

Nenhuma das duas saberia dizer quanto durou... Perderam completamente a noção... A única coisa que importava era aquele momento, as duas respirando e se movendo na mesma cadência, até gozarem novamente... Juntas dessa vez... 

Depois o beijo, que poderia ser o último...

Quando os lábios se separaram, Paula se acomodou nos braços de Letícia, a cabeça apoiada no ombro dela. Letícia abraçou-a, segurou-a com força, beijou os cabelos, o rosto de Paula... Várias vezes. Com uma sensação de efemeridade profunda:

- Quando vamos nos ver de novo?

Na pergunta de Letícia havia uma angústia inegável, a mesma que fez Paula permanecer em silêncio.

Letícia insistiu. Na verdade reformulou a pergunta:

- Nós vamos nos ver de novo?

Paula também não tinha a resposta. Sua dúvida era a mesma. Foi sincera:

- Eu não sei.

Sentiu, percebeu perfeitamente quando os braços ao redor dela afrouxaram e o corpo de Letícia ficou tenso. Afastou-se apenas o suficiente para fitá-la e pedir carinhosamente:

- Não vamos falar sobre isso agora...

Tarde demais.

O olhar de Letícia já estava vertiginosamente triste:

- Quando então?

Da mesma forma, Paula deixou-se tragar... Pelo turbilhão de sentimentos que a dominou... Idêntico.

Impotência, impossibilidade, impermanência...

Tentou inutilmente afastá-lo sussurrando baixinho:

- Ainda não...

Sem saber ao certo a quem a súplica se destinava:

- Por favor...

À Letícia, a ela mesma ou à irônica e perversa peça que o destino novamente lhes pregava.

Dessa vez, o beijo que trocaram foi quase desesperado. Continha... Um gosto terrível, amargo, inevitável... De insustentabilidade.





Depois de incontáveis beijos, carícias, gemidos e suspiros... Paula conferiu as horas e viu que realmente precisava deixar os braços de Letícia:

- Eu tenho mesmo que ir.

Levantou de uma só vez, num impulso e, rapidamente, começou a se vestir. Já estava atrasada. Precisava ir buscar as meninas e... Natália.

Não fazia ideia de como a encararia. Pensaria nisso depois, ou melhor... Não pensaria.

- Paula?

Olhou para Letícia, já completamente vestida, parada a apenas alguns centímetros de distância... Observando-a.

Sorriu para ela... Sem disfarçar o quanto estava se sentindo... Perdida:

- Quê?

Letícia se aproximou e a enlaçou pela cintura:

- De repente você ficou tão distante...

Os braços de Paula subiram... Envolveram o pescoço de Letícia:

- Desculpe...

Suspirou... Mordeu o lábio inferior... Antes de tentar completar:

- É que...

A última coisa que Letícia queria era ouvir... O que já sabia. Por isso a impediu:

- Não me diz.

E realmente, não era preciso. O olhar que trocaram significava, expressava e encerrava... Muito mais do que qualquer palavra jamais poderia.





Naquele dia Yasmine e Luna estavam estranhamente quietas. Paula as deixou tranquilas, não puxou nenhum assunto. Dirigiu em silêncio, imersa nos próprios pensamentos, até que Natália entrou, sentou ao lado dela e a beijou.

O simples gesto, tão habitual entre elas, deflagrou um inferno de remorso e culpa... Que se tornou ainda maior e pior com a preocupação carinhosa no olhar e na voz de Natália quando perguntou:

- Que foi? Não está se sentindo bem, meu amor?

Viu-se obrigada a mentir:

- Ainda estou um pouco gripada.

E se odiou por isso.

- Você parece exausta. Quer que eu dirija?

Recusou com suavidade:

- Não precisa.

Sorriu. Segurou a mão de Natália na dela, como sempre fazia. Mas a rotina pareceu estranha, desconhecida, incompreensível...

Fazendo com que finalmente percebesse que...  Nunca mais seria igual. Dentro dela, algo havia mudado. Na verdade, tudo.





Letícia não estava realmente atrasada, mas... Chegou em cima da hora. Desculpou-se. Não muito. Afinal... Era a primeira vez que acontecia.

Enquanto era maquiada deixou a mente divagar... Buscar cada instante com Paula, até o derradeiro segundo...

A própria pergunta, muito mais um pedido:

- Posso te ligar?

E a resposta de Paula:

- Deixa que eu te ligo.

Antes de trocar um último beijo e ir embora... Deixando Letícia totalmente insegura...

Forçou-se a retornar à realidade.

Olhou para o espelho e o reflexo lhe pareceu... Quase desconhecido. 


Estaria diferente?


Seria perceptível?


“Para Karen sim.” 


O pensamento causou uma angústia terrível... 


“Ela não merecia.”


A afirmação ecoou dentro dela, o verbo no passado tornando tudo ainda mais irreversível.


Voltou a analisar a própria imagem. Tentando perceber, sentir, ouvir o que ela realmente dizia... Sem conseguir.


Ao contrário do que pensava e esperava, o encontro com Paula não tinha lhe dado solidez alguma. Estava... Mais confusa ainda...

A única coisa que sabia era que queria que Paula a procurasse. 

Tinha quase certeza de que ela não ligaria. A não ser que... Fizesse algo... Para que ela também precisasse... Tanto quanto ela...

Tocou o próprio rosto...


E sorriu...


Com a ideia que lhe veio à mente
.






A primeira coisa que Paula fez quando chegou em casa foi entrar no chuveiro. Passou a esponja no corpo com força, quase com desespero... Tentando apagar, retirar, limpar, purgar...  

Inútil. 


Por mais que esfregasse, estava lá.


Dentro dela.


Remover era impossível.


Teria que aprender a conviver com aquilo. O sentimento inexorável... Que carregaria pelo resto da vida.


Vestiu o roupão e se arrastou até o quarto... Onde Natália a esperava, com uma xícara de chá quente e um sorriso lindo:


- Vai fazer você se sentir melhor.


Comoveu-se profundamente com o gesto aparentemente simples... Os olhos se encheram, sem que fosse capaz de impedir...


- Que foi, meu amor? O que você tá sentindo?


A mão de Natália... Acariciando seu rosto de leve, com a amorosa suavidade que lhe era tão conhecida... Fez com que as lágrimas finalmente transbordarem... 


No meio delas, Paula sorriu... Disfarçando o seu real motivo:
- Nada, eu... Só estou... Um pouco sensível... 


Passou os braços ao redor do pescoço da mulher e a beijou... Com um ardor doce e entorpecido...


Quando as bocas se separaram, soprou:


- Eu te amo, Nat...


Afirmação que causou uma dor profunda... E uma confusão maior ainda...




Com a desculpa da gripe, Paula ficou no quarto, deitada na cama, enquanto Natália cuidava das meninas.

Tentando reordenar os próprios pensamentos e sentimentos... Sem conseguir.

Estava de volta à velha encruzilhada tão sua conhecida:

- Eu amo as duas.

Fizesse o que fizesse, não havia alternativa. Estaria traindo alguém. Natália, Letícia ou a si mesma. Muito provavelmente, todas as três.

Sua maior preocupação era com relação à Luna e Yasmine. Buscou conforto na ideia de que a separação dos pais - ou das mães - nunca tinha matado ninguém.

Só então caiu em si... E percebeu o que estava cogitando.

Era...

Loucura.

Pensar em abrir mão da própria família, da vida que tinha escolhido, por causa de algumas horas de... De quê? Não sabia... Na verdade estava com medo de responder.

Não podia, não devia... Nem sabia se queria.

Foi quando sentiu uma leve vibração na pulseira do celular... Acionou a caixa postal e se surpreendeu ao ver que tinha uma mensagem holográfica de texto. Fazia anos, nem se lembrava da última vez que tinha recebido uma...

Era curta e simples:

“Liga no jornal.”

Sem assinatura. Não que fosse preciso para saber de quem vinha.

Fez o que Letícia pediu... Bem a tempo de ver a abertura.

Tinha alguma coisa no olhar dela... No sorriso... Diferente e ao mesmo tempo... Absolutamente conhecido.

Sem tirar os cotovelos da bancada, levou o dedo indicador à frente do rosto e o esfregou discretamente debaixo dos lábios... Depois segurou a orelha direita...

A primeira reação de Paula foi não acreditar:

“Não pode ser...”

Começou a achar que não era só coincidência alguns minutos depois, quando Letícia repetiu os dois gestos. 

A certeza veio na terceira vez.

Ela estava mesmo usando o código que tinham inventado quando começaram a namorar, aos quatorze anos. Uma brincadeira só delas, para poderem se dizer em qualquer lugar, sem que ninguém mais pudesse entender:

- Eu te amo.


CONTINUA NA PRÓXIMA 5a FEIRA...


Para deixar seu comentário acesse:
http://oinfinitoemoutrasvoltas.blogspot.com.br/2014/11/capitulo-19.html


Para ler o Primeiro Capítulo:
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postado originalmente em 25 de Novembro de 2014 às 18:00.


Aviso sobre direitos autorais: Copyright © 2014 por Diedra Roiz
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terça-feira, 11 de novembro de 2014

livro AMA/DOR/A



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DESCRIÇÃO DO PRODUTO:
Título: AMA/DOR/A
Autora: Diedra Roiz
Ilustrações: Thaís Gliosci
Criação da Capa e Peças Gráficas de Divulgação: Tainá Diniz
Revisão de Texto e Diagramação: Manuela Neves
Assunto: Poesia
Número da edição: 1ª
Número de páginas: 96
ISBN: 978-85-910000-5-0
Formato: 12 x 18 cm
Acabamento: Brochura com orelhas 

Preço: R$ 30,00 ( com frete incluído para todo o Brasil)
Prazo de entrega: 10 dias úteis a partir da confirmação do pagamento feita pelo pagseguro
 


SINOPSE:
AMA/DOR/A é uma coletânea de trinta e nove poesias escritas por Diedra Roiz entre 1993 e 2013. O livro, que conta com as belíssimas ilustrações de Thaís Gliosci, dá voz e visibilidade a uma realidade que ainda é minoria na produção literária: a da mulher como protagonista-narradora-sujeito desejante, portadora da voz, do ponto de vista e do discurso.
           
A apresentação do livro, escrita por Terezinha Manczak, o define como:
“[...] Uma poética que trata de amor (es) urbanos, vividos, moldados na experiência e nas buscas de uma mulher que sabe o que quer. Percebe-se na AMA/DOR/A de Diedra, não a repetida variação sobre o mesmo tema, mas uma unidade - onde o fio condutor de toda a obra não é outra coisa senão a paixão. [...]
 [...] Ao invés de se ocupar em cortar palavras, Diedra se dispõe a cortar a própria carne em oferenda, sem medo de sangrar até sentir-se dominada. Os rasgos não são traços da loucura de palavras vazias - sem sentido - tudo faz sentido, a partir do momento em que a autora diz sem pudores, tudo o que deseja e espera do amor.”

 
BIOGRAFIA DA AUTORA: 
Carioca radicada em Blumenau - Santa Catarina. Praticante do Budismo de Nitiren Daishonin, formada em Direito na UERJ e Artes Cênicas na UNI RIO.
Foi iniciada nos versos na turma de criação poética “Fala Palavra” orientada por Chacal na UERJ em 1993 e 1994.
Além de escritora, é produtora cultural, diretora teatral e atriz.
Teve seu primeiro conto publicado no livro "Olhares Diversos" em 2008. Obteve menção honrosa na categoria conto no 7º Concurso Guemanisse que deu origem ao livro "Literatum & Poeticum"(2009).
Tem três livros publicados: o romance O LIVRO SECRETO DAS MENTIRAS & MEDOS (2009), a coletânea de contos BOLEROS DE PAPEL (2011) e o primeiro volume da Coleção Arco Íris, o romance LEGADO DE PAIXÃO (2013).



    

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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Coleção Arco Íris - segundo livro: AMOR INDOMÁVEL de Wind Rose

Está aberta a pré-venda do segundo título da Coleção Arco-Íris: 


Amor Indomável - de Wind Rose 
O romance de Ravely e Luiza já está disponível ao preço promocional de 45 reais (frete grátis) e exemplar autografado para quem quiser.

Confira no site e garanta o seu: 

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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

O INFINITO EM OUTRAS VOLTAS - DOAÇÕES ANTECIPADAS


Menin@s Lind@s e Maravilhos@s,
Tudo bem?
É com imenso prazer que venho informar que... 
As doações de O INFINITO EM OUTRAS VOLTAS já começaram! 
Antes mesmo da postagem do Primeiro Capítulo! 
Não sei nem como agradecer!!! Muito, mas muito obrigada mesmoooooooo!!!!
Sendo assim... 
Declaro as doações oficialmente abertas e com esta nova situação, agora temos...

NOVAS REGRAS:
- Assim que atingirmos as 50 cotas será postado o Capítulo 02.
 
- Se atingirmos as 50 cotas antes da 2a feira - dia 29/09, as postagens dos dois primeiros capítulos serão antecipadas. Ou seja, serão feitas no dia em que as 50 cotas forem atingidas.




No mais, continua tudo quase igual... CONFIRA:

- A doação é voluntária, tod@s podem ler, participando ou não.
- Assim que atingirmos 50 cotas de R$ 10,00,
ou total de R$ 500,00, será liberado o segundo capítulo.

- A partir do dia em que as 50 cotas forem atingidas, será postado um capítulo por semana. 
- Qualquer leitor@ pode fazer a doação no valor de R$ 10,00 ou mais.
- Ao atingirmos 100 cotas de R$ 10,00, ou total de R$ 1.000,00, serão liberados dois capítulos por semana.
- Ao atingirmos 150 cotas de R$ 10,00, ou total de R$ 1.500,00, serão postados três capítulos por semana. 

- Se atingirmos 200 cotas de R$ 10,00, ou total de R$ 2.000,00, serão postados quatro capítulos por semana.
 



As doações serão revertidas para os próximos projetos da autora (que são muitos!)

Para colaborar basta clicar no botão abaixo: 







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A AUTORA AGRADECE IMENSAMENTE 
A SUA COLABORAÇÃO!



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RECAPITULANDO:
O segundo capítulo será postado assim que atingirmos 50 cotas ou R$ 500,00.

Depois disso:

50 cotas   = um capítulo por semana
100 cotas = dois capítulos por semana
150 cotas  = três capítulos por semana
200 cotas = quatro capítulos por semana