quinta-feira, 30 de outubro de 2014

O INFINITO EM OUTRAS VOLTAS - Capítulo 09



Paula olhou para Natália, absolutamente feliz e emocionada...

Exatamente o que queria. E tinha sido relativamente rápido - como tudo com Natália, parecia que bastava Paula desejar para acontecer - apenas dois anos para conseguirem uma situação financeira estável o suficiente para engravidarem.

Na verdade, o mais difícil tinha sido convencer os pais das duas de que o método pelo qual haviam optado não era incestuoso nem nada demais: o óvulo de Natália, fertilizado pelo sêmen que Felipe, irmão de Paula, tinha doado, implantado no útero de Paula para que ela gerasse a criança. Absolutamente simples e normal.

Haviam preferido não escolher o sexo da criança, por isso só ficaram sabendo naquele momento.

Sorrindo entre as lágrimas de emoção que escorreram, repetiu ainda sem acreditar:

- Uma menina, Nat...

Não poderia ser mais perfeito.

Beijaram-se...
Naquele momento, Paula teve certeza... Tinha feito a escolha certa, não se arrependeria jamais.





Foi só naquele dia, depois de ficar sabendo que Paula estava grávida, que Letícia decidiu excluí-la da sua lista de contatos.

Já tinha se torturado demais durante os dois longos anos acompanhando a vida dela passo a passo, de uma maneira quase masoquista... No fundo, ainda esperando reconquistá-la.

No entanto, o afastamento nas redes sociais não era suficiente. Para poder realmente recomeçar precisava de mais. Distância. Mudança.

Sabia exatamente onde e como.

Aceitou o cargo de correspondente internacional sem hesitar.





Letícia respirou fundo antes de tentar se fazer entender mais uma vez, unindo mímica e gestos às palavras:

- Phone card?

Quando a senhora atrás do balcão voltou a dar de ombros:

- Verstehen nicht. Ich sprechen kein Englisch.

Perdeu totalmente a paciência:

- Quê?

Aproveitando o fato da atendente idosa não falar português - nem inglês, pelo visto - xingou alto:

- Merda! Essa velha só pode estar de sacanagem!

Assustou-se quando a loira ao lado dela falou num português perfeito e fluente:

- Provavelmente, porque em alemão soa quase igual...

Letícia sorriu... Em parte pelo alívio de alguém compreender o que dizia, em parte por que... A loira era... Incrivelmente linda.

- Será que você poderia me ajudar?

Quando sorria ainda mais:

- Claro!

Em questão de segundos, graças a ela, conseguiu comprar o que precisava:

- Muito obrigada!

Enquanto falava, Letícia tirou o in-ear phone de dentro do ouvido, aproximou do QR Code do cartão e o leitor fez todo o resto sozinho:

- Ainda não consegui fazer uma conta e se eu ficar desconectada minha mãe vai surtar... É capaz de vir pra Berlim só pra ter certeza de que não fui sequestrada, contaminada por algum vírus, vítima de terrorismo ou sei lá... No Brasil todo mundo agora acha que a Europa é um caos.

A outra concordou, com uma identificação imediata:

- Um pouco exagerado, mas não irreal... Se dependesse da minha família eu também voltaria. Mas me diz: acabou de chegar?

O diálogo fluiu fácil:

- Tem três dias. Você é brasileira?

- Gaúcha.

- De Porto Alegre?

- Novo Hamburgo. E você?

- Sou carioca. Você mora aqui?

- Há doze anos. E você, veio passear?

- Não, morar. Na verdade... Trabalhar.

- Que ótimo...

Houve uma pausa.

A loira riu, antes de dizer, de um jeito deliciosamente bem humorado:

- Vamos fazer isso direito?

Estendeu a mão com um sorriso capaz de derrubar qualquer mortal:

- Karen.

Sorriu de volta e, olhando nos olhos de Karen, segurou a mão quente e macia na dela... Um tempo muito maior do que o necessário:

- Letícia.

Ela não tentou se soltar, muito pelo contrário. Correspondeu inteiramente... Tanto ao contato visual quanto ao tátil...

Tornou o que já estava claro explícito no tom sedutor que usou ao propor:

- Tem um café ótimo aqui do lado. O que você acha?

Sequer passou pela cabeça de Letícia a possibilidade de recusar.





A conversa transcorreu leve, divertida, inteligente... Deixou Letícia completamente interessada. Apesar de Karen ter trinta e dois anos, oito a mais do que ela, isso não era obstáculo. Tinha uma vasta experiência com mulheres mais velhas, a diferença de idade não a assustava em nada. Muito pelo contrário. Até preferia. A única exceção sempre tinha sido... Paula.

- Preciso ir...

Karen disse, já fazendo sinal para o garçom trazer a conta, e trazendo Letícia de volta. Estava pronta para sugerir que se encontrassem mais tarde, quando Karen completou:

- Tenho que pegar meu filho na escola.

Foi como um balde de água fria. Olhou para ela entre confusa e perdida, sequer pensou em disfarçar:

- Você é casada?

Arrependeu-se assim que perguntou. Sentindo-se uma idiota completa, tentou consertar:

- Me desculpa, eu... Acho que entendi errado...

Foi pior ainda... Totalmente lamentável. Desejou ter um buraco para se enfiar, mas Karen parecia estar achando graça:

- Não, tudo bem.

A conta chegou, ela não deixou Letícia pagar a parte dela:

- Eu convidei.

Assim que voltaram a ficar sozinhas, falou:

- Sou solteira. E você não entendeu errado. Vou adorar te encontrar mais tarde.

Se estivesse bebendo algo, provavelmente engasgaria com tanta sinceridade. Mas felizmente, Letícia não estava. Demorou menos de um segundo para recuperar a desenvoltura habitual:

- É só me dizer a hora e o lugar.

Karen olhou para ela... Sorriu... E respondeu de um jeito que deixou Letícia absolutamente excitada:

- É só me dizer seu endereço.





Karen chegou na hora marcada, nem um minuto a menos nem um a mais.  Letícia adorou a pontualidade. E a maneira como, assim que fechou a porta atrás delas, Karen se aproximou, puxou Letícia para si e a beijou... De um jeito deliciosamente direto e sensual...

Correspondeu integralmente, sem constrangimentos nem rodeios. Urgência, necessidade e objetivo iguais... Conduziu Karen até o quarto, pronta para devorá-la, mas... Ela parecia querer exatamente o contrário.

Pediu baixinho, no ouvido de Letícia:

- Ajoelha na cama, minha linda...

Letícia a atendeu de imediato. O prazer que as carícias de Karen proporcionavam uniu-se ao de se deixar conduzir... Coisa à qual não estava acostumada...

Karen afastou a boca da nuca de Letícia apenas para voltar a sussurrar, dessa vez num tom imperativo:

- Fica de quatro.

Sequer cogitou a hipótese de não obedecer... A dominação voluptuosa deixando-a... Indefesa, rendida e fraca... De uma forma que jamais havia ficado...

Foi com uma lentidão torturante, cada gesto propositalmente controlado, que Karen desceu a calça de Letícia e enfiou o rosto entre as pernas dela, por trás... Sugou e lambeu por cima da calcinha, até que nenhuma das duas aguentasse mais...

Abaixou a lingerie...

Só um pouquinho...

Apenas o suficiente para poder passar a língua direto na carne... 

A sensação da peça íntima no meio das coxas servindo como um estímulo a mais...

Letícia não achou, teve certeza... De que enlouqueceria... Quando Karen parou e se levantou, antes que conseguisse gozar... A voz absolutamente rouca ao soprar:

- Ainda não... Calma...

Virou o rosto na direção dela para protestar... Mas não conseguiu... Ao ver Karen sorrindo... Olhando-a de um jeito que fez Letícia saber que, naquele momento, deixaria e faria qualquer coisa, bastava ela ordenar...

Mas Karen não disse nada, apenas agiu...

Passando o braço pela frente do corpo de Letícia, tocou-a... Deslizando os dedos, acariciando o sexo dela de forma cadenciada...

Letícia gemeu alto, ofegou, deixou escapar sons incoerentes...

Karen levou o indicador e o dedo médio à boca e os lubrificou... Antes de finalmente penetrá-la... A mão esquerda se unindo ao movimento da direita, os dedos entrando e saindo no sexo dela por trás...

Intuindo... Na verdade vendo e sentindo... O quanto a entrega de Letícia era irrestrita, Karen se abaixou... E usou a língua para abrir outro caminho... O único que ainda faltava...

A surpresa de Letícia durou pouco, foi imediatamente substituída por uma necessidade inexplicável, que jamais tinha sentido... Cedendo totalmente a própria vontade, sem pudor algum, exigiu:

- Pode comer... Vai...

Karen deixou escapar um som de satisfação sufocado quando fez o que ela pediu...

A dor que Letícia sentiu foi suave... Causou um prazer indescritível, que beirava o insuportável...  Seu corpo estremeceu e se contraiu, um gemido rouco escapou involuntariamente de seus lábios...

Karen provocou:

- Quer que eu pare?

Letícia quase riu ao ofegar:

- Não!

Moveu-se acompanhando a cadência que Karen imprimiu com perfeição... Cada vez mais profunda e intensamente...

Tomada por essa inédita sensação... De estar se dando e se entregando a Karen por inteiro, apesar de nem saber direito quem ela era...

Letícia apenas se deixou levar, ofegar, incendiar... Numa espiral de prazer que a arrebatou em ondas incontroláveis, despindo-a de tudo, inclusive de si mesma... Enquanto atingia um êxtase que lhe era desconhecido...

Irrefreável, violento, quase brutal...





Saiu no metrô e ouviu:

- Vire à direita daqui a trinta metros.

Caminhou na direção que o in-ear phone lhe soprava. Sem perceber que estava sorrindo... As duas últimas semanas tinham sido... Letícia sequer tinha palavras para descrever. Até então se considerava bastante experiente, mas... A cada encontro Karen a fazia perceber que ainda tinha muito para aprender... Ela era... Incrível. Não só na cama, em muitos outros sentidos.

Estava completamente apaixonada... Mais do que isso... Enfeitiçada, encantada, interessada... A ponto de estar indo fazer o inconcebível: conhecer o filho dela.

Assim que dobrou a esquina a viu.

Karen acenou, sorrindo de um jeito que fez todos os receios e dúvidas de Letícia desaparecerem.

Sussurrou:

- Encerrar GPS.

Antes de vencer rapidamente a pequena distância que as separava:

- Demorei?

- Não, eu também acabei de chegar.

Trocaram um beijo deliciosamente ardente...

Quando os lábios se separaram, Karen segurou a mão de Letícia:

- Vamos.

Entraram na escola e Letícia percebeu que as crianças, em sua maioria, usavam roupas e cortes de cabelo bem parecidos. Tentou diferenciar meninos e meninas, mas não conseguiu. Surpreendeu-se, apesar de não saber se também era assim no Brasil, nunca tinha prestado a mínima atenção nisso.

Pararam na porta de uma sala com cadeiras e mesas em miniatura super coloridas e um menininho com o cabelo quase branco de tão loiro veio correndo na direção delas:

- Mama... Mama... Ich kann Schokolade essen?

Karen se abaixou e o beijou:

- Em português, Nicholas.

Com uma facilidade admirável, ele mudou de idioma:

- Posso comer chocolate, mama?

Karen respondeu sorrindo, com um orgulho visível do filho:

- Antes quero te apresentar uma pessoa.

Olharam juntos para Letícia.

- Essa é a Letícia, minha namorada. Letícia, esse é o meu filho Nicholas.

Agindo de forma puramente instintiva, Letícia agachou ao lado de Karen. Os olhinhos muito azuis do menino olharam diretamente dentro dos dela, causando em Letícia... Uma estranha e inexplicável sensação de familiaridade...

Sem saber por que, ela falou em alemão:

- Hallo, Nicholas.

Só então ele sorriu:

- Hallo.

Como o conhecimento que possuía da língua germânica ainda não ia muito além daquilo, foi em português que perguntou:

- Quantos anos você tem?

Já sabia, só queria vê-lo responder. Ele mostrou a mão direita, escondendo dois dedos com um pouco de dificuldade:

- Três.

Sorriu, inteiramente conquistada... E pediu:

- Me dá um beijo?

Nicholas não se fez de rogado. Atirou-se nos braços de Letícia e se pendurou no pescoço dela, que aproveitou para beijá-lo e apertá-lo...

Karen ficou admirando a cena, feliz e aliviada:

- Que bom que vocês se entenderam.

Saíram caminhando juntos, por que Nicholas fez questão de dar a mão esquerda para Karen e... Para Letícia a direita.





Foi só o início... De uma relação que parecia pré-destinada. Não que Letícia acreditasse em reencontros cármicos, ou algo do tipo, mas... A empatia, a ligação dos dois era inegável.

Na primeira noite que dormiu no apartamento de Karen, as duas estavam fazendo sexo quando Nicholas irrompeu quarto adentro interrompendo. Simplesmente abriu a porta e entrou, chorando desesperado numa mistura de alemão e português. Karen pulou da cama, se enrolou num robe e o pegou no colo, enquanto Letícia tentava cobrir a própria nudez.

Karen ficou falando baixinho com o filho, mas o menino não se acalmava. Já enrolada num lençol, Letícia se aproximou e ele se atirou nos braços dela.

Segurando o pequeno corpinho soluçante, Letícia esqueceu-se de qualquer outra coisa além da necessidade imperativa que sentiu... De protegê-lo e confortá-lo. Da mesma forma absolutamente inusitada, inesperada e inexplicável, soube como fazê-lo. Começou a cantar bem baixinho “O Rato” (Palavra Cantada), sua música preferida quando tinha a idade dele... Tentando fazer todas as vozes do jeito que se lembrava e adorava...

Aos poucos, Nicholas foi parando de chorar. Primeiro ficou quietinho, prestando atenção, de olhos arregalados... Depois sorriu... Riu... E no fim exigiu:

- Outra vez!

Letícia também riu... De si mesma... Plenamente consciente de que jamais conseguiria - e nem queria - recusar ou resistir ao pedido, que se repetiu mais duas vezes antes de Nicholas adormecer, deitadinho na cama entre Karen e ela.

Karen sussurrou para não acordá-lo:

- Você me surpreendeu.

Letícia fez o mesmo:

- Por quê?

- Nunca pensei...

- O quê?

- Que você gostasse tanto de criança...

Pela primeira vez, Letícia parou para pensar a respeito e constatou:

- De criança eu não sei. Eu gosto dele.

Sorriram juntas...

E igualmente juntas, olharam para Nicholas, dormindo tranquilo, alheio à cumplicidade indissolúvel que se criava entre as duas naquele momento.



CONTINUA NA PRÓXIMA 2a FEIRA...


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Para ler a história na íntegra:
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A fórmula vocês já conhecem, mas só para lembrar: 
- A doação é voluntária, tod@s podem ler, participando ou não.
- Qualquer leitor@ pode fazer a doação no valor de R$ 10,00 ou mais.
- Se atingirmos 200 cotas de R$ 10,00, ou total de R$ 2.000,00, serão postados quatro capítulos por semana.

As doações serão revertidas para os próximos projetos da autora (que são muitos!)

Para colaborar basta clicar no botão abaixo: 








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A AUTORA AGRADECE IMENSAMENTE 
A SUA COLABORAÇÃO!



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RECAPITULANDO:

50 cotas   = um capítulo por semana - ATINGIDO
100 cotas = dois capítulos por semana - ATINGIDO
150 cotas  = três capítulos por semana
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postado originalmente em 30 de Outubro de 2014 às 18:00.


Aviso sobre direitos autorais: Copyright © 2014 por Diedra Roiz
Todos os direitos reservados. Você não pode copiar (seja na íntegra ou apenas trechos), distribuir, disponibilizar para download, criar obras derivadas, adaptações, fanfictions, nem fazer qualquer uso desta obra sem a devida permissão da autora. 

 

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Coleção Arco Íris - segundo livro: AMOR INDOMÁVEL de Wind Rose

Está aberta a pré-venda do segundo título da Coleção Arco-Íris: 


Amor Indomável - de Wind Rose 
O romance de Ravely e Luiza já está disponível ao preço promocional de 45 reais (frete grátis) e exemplar autografado para quem quiser.

Confira no site e garanta o seu: 

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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

O INFINITO EM OUTRAS VOLTAS - DOAÇÕES ANTECIPADAS


Menin@s Lind@s e Maravilhos@s,
Tudo bem?
É com imenso prazer que venho informar que... 
As doações de O INFINITO EM OUTRAS VOLTAS já começaram! 
Antes mesmo da postagem do Primeiro Capítulo! 
Não sei nem como agradecer!!! Muito, mas muito obrigada mesmoooooooo!!!!
Sendo assim... 
Declaro as doações oficialmente abertas e com esta nova situação, agora temos...

NOVAS REGRAS:
- Assim que atingirmos as 50 cotas será postado o Capítulo 02.
 
- Se atingirmos as 50 cotas antes da 2a feira - dia 29/09, as postagens dos dois primeiros capítulos serão antecipadas. Ou seja, serão feitas no dia em que as 50 cotas forem atingidas.




No mais, continua tudo quase igual... CONFIRA:

- A doação é voluntária, tod@s podem ler, participando ou não.
- Assim que atingirmos 50 cotas de R$ 10,00,
ou total de R$ 500,00, será liberado o segundo capítulo.

- A partir do dia em que as 50 cotas forem atingidas, será postado um capítulo por semana. 
- Qualquer leitor@ pode fazer a doação no valor de R$ 10,00 ou mais.
- Ao atingirmos 100 cotas de R$ 10,00, ou total de R$ 1.000,00, serão liberados dois capítulos por semana.
- Ao atingirmos 150 cotas de R$ 10,00, ou total de R$ 1.500,00, serão postados três capítulos por semana. 

- Se atingirmos 200 cotas de R$ 10,00, ou total de R$ 2.000,00, serão postados quatro capítulos por semana.
 



As doações serão revertidas para os próximos projetos da autora (que são muitos!)

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A AUTORA AGRADECE IMENSAMENTE 
A SUA COLABORAÇÃO!



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RECAPITULANDO:
O segundo capítulo será postado assim que atingirmos 50 cotas ou R$ 500,00.

Depois disso:

50 cotas   = um capítulo por semana
100 cotas = dois capítulos por semana
150 cotas  = três capítulos por semana
200 cotas = quatro capítulos por semana

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

PROMOÇÕES LITERÁRIAS AO CUBO E AO QUADRADO:


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LIVRO SECRETO (romance) + AMA/DOR/A (poesia)
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