quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

O INFINITO EM OUTRAS VOLTAS - Capítulo 29




Quando Natália chegou em casa, Paula estava na cozinha com as crianças. As meninas estavam jantando. Ela não.

Não precisou dizer nada, bastou olhar... Para Paula captar a interrogação e imediatamente esclarecer:

- Estava esperando você.

Sorriu...

Daquele jeito que sempre tinha feito o coração de Natália acelerar... Mas que, naquele momento, só fez com que doesse. Olhar para ela causou o mesmo efeito. O tom frio e distante que usou não foi fingido, pensado nem forçado, foi o reflexo verdadeiro da vontade de poupar-se de mais sofrimento:

- Eu já comi.

Desviou os olhos e a atenção para Luna e Yasmine. Beijou as filhas, trocou algumas palavras com elas e afastou-se de Paula o mais rápido possível.

Paula ficou parada, o olhar perdido no prato em cima da mesa... O preferido de Natália, assim como a sobremesa na geladeira...

Óbvio que tinha consciência de que não seria fácil, mas... Também não esperava que fosse ser daquele jeito.

Durante um instante, sentiu-se perdida, duvidou de si mesma, teve medo de não ser capaz, de não saber o que fazer...

Depois respirou fundo.

E afirmou para si mesma:

“Eu a conheço.”

Sentiu-se um pouco mais segura. Não completamente. Apenas o suficiente para conter a própria ansiedade e dar o espaço que Natália precisava naquele momento.

Pegou um prato, se serviu e sentou com as filhas para comer.





Karen passou no meio da multidão de repórteres na porta do hospital como se eles não existissem. Atravessou a porta automática e se aproximou da recepção com a maior velocidade que as pernas longas permitiram.

- Letícia Oliveira.

Dizer o nome dela causou uma série de sensações que, naquele momento, não precisava nem queria.

O atendente perguntou, com uma frieza clínica:

- É parente?

Respondeu sem parar para pensar:

- Sou a mulher dela.

Ainda era a verdade, a despeito de tudo.

Durante um tempo que pareceu interminável, o homem de branco atrás do balcão verificou os hologramas dos registros... Antes de finalmente informar:

- Quinto andar. Quarto 503.

Agradeceu já se virando em direção aos elevadores:

- Obrigada.

A sala de espera não estava vazia, mas não teve dificuldade em avistar Nicholas. Viu o filho assim que a porta do elevador se abriu. Sentado ao lado de Júlia em um dos sofás. Caminhou rapidamente até eles. Nicholas levantou e praticamente correu para ela... Encontraram-se no meio do caminho:

- Mama...

Ela o abraçou, puxando-o protetoramente contra si.

A presença da mãe fez com que Nicholas finalmente se permitisse desabar... Chorou... Como ainda não tinha feito desde que havia recebido a notícia...

Karen afagou os cabelos do filho e o beijou... Soprou baixinho:

- Alles wird gut, meine liebe...

Como quando ele era pequeno... Antes de Letícia... Quando eram só os dois...

A lembrança aumentou a sensação de perda irreversível... O fato da decisão ter sido tomada por ela não a tornava menos dolorosa e sofrida...

Empurrou o sentimento para dentro, escondeu-o dentro de si... Não queria que Nicholas o visse nem o sentisse. Motivo que tornou o movimento muito menos difícil.

Ainda com o filho nos braços, virou-se para Júlia:

- Como ela está?

Júlia já estava de pé, ao lado dos dois. O alívio dela ao vê-la era nítido:

- Inconsciente ainda, mas totalmente fora de risco. A Carla está com ela no quarto. Só permitem uma pessoa de cada vez. Vou pedir para uma das enfermeiras ir chamá-la para você poder...

Foi de um jeito absolutamente resoluto, mas nem por isso menos gentil e amável, que Karen a cortou:

- Obrigada, Júlia, mas... Eu não vou entrar. 





Paula tinha terminado de colocar a louça para lavar quando Luna entrou correndo na cozinha:

- Mamãe! Mamãe!

Abraçou-a, os braços ao redor da cintura, a cabeça na altura da barriga. Paula abaixou, pegou a filha no colo, beijou e acariciou o rosto da menina, a mão afastando a franja suada da testa:

- Que foi, meu amor? Uhm?

Luna não respondeu, apenas passou os bracinhos ao redor do pescoço de Paula e encostou o rosto carinhosamente no dela.

Estava tão imersa naquele momento de ternura com a filha que demorou, não viu logo de início... Natália parada na porta da cozinha, admirando a cena... De um jeito que fez o coração de Paula acelerar imediatamente...

Mas bastou os olhos das duas se encontrarem para o sorriso de Natália morrer. A expressão dela mudou completamente.

Endureceu.

Luna se contorceu e resmungou, pedindo para que Paula a colocasse no chão. Da mesma forma súbita e repentina com que tinha surgido na cozinha, a menina saiu correndo, deixando-as sozinhas.

Paula permaneceu imóvel e em silêncio, observando Natália... Enquanto ela pedia água para a geladeira, bebia e levava o copo até a pia.

Antes que mandasse a torneira abrir, Paula disse:

- Pode colocar na lavadora, eu acabei de ligar.

Natália respondeu sem olhar para ela:

- A minha mão não vai cair se eu lavar um copo.

E como que para provar o que dizia, lavou e enxugou o copo manualmente. Depois, pousou o copo no mármore e se virou.

Os olhos se encontraram...

Dividindo o mesmo pensamento, a mesma lembrança...

As duas juntas, na cozinha do primeiro apartamento em que haviam morado... Onze anos atrás... Paula no fim da gravidez, sentada em uma das cadeiras enquanto Natália acabava de limpar e enxugar a pia...

- Nat...

Atendeu prontamente ao tom desesperado do chamado... Viu a poça debaixo dela no chão e compreendeu... Antes mesmo de Paula falar:

- Acho que a minha bolsa estourou...

As duas riram...

Num nervosismo compartilhado, que durou menos de um segundo, foi interrompido pela praticidade de Natália:

- Fica sentada, vou pegar a mala pra gente ir pro hospital.

A recordação fez Paula desejar fazer ou dizer algo que pudesse expressar o que estava sentindo... Buscou inutilmente por palavras e atos capazes de restaurar... Aquilo que tinha sido imatura, inconsequente e imbecil o bastante para destruir...

Não conseguiu.

Talvez sequer existissem.

Neste ínterim, Natália atravessou a cozinha, já estava quase saindo quando Paula a impediu... Da única forma que, naquele momento, pareceu possível:

- Eu fiz aquela torta de limão que você gosta.

A resposta dela foi inteiramente desprovida de emoção:

- Eu sei. A Yasmine me disse.

Deu três passos na direção dela:

- Quer um pedaço?

Tentando uma aproximação que foi sumariamente repelida:

- Não, obrigada. Eu estou cortando calorias.





Letícia tentou inutilmente lembrar onde estava... Enquanto ia abrindo os olhos com dificuldade... A luz incomodando e ofuscando-a... Assim como a cabeça, que doía e latejava...

Não foi preciso que o vulto debruçado sobre ela deixasse de estar fora de foco para saber quem era. Reconheceria a mãe em qualquer lugar, mesmo sem vê-la. Pelo cheiro, pelo calor, pela mão em sua testa... Eram os mesmos... A presença dela estava gravada em seu inconsciente... Desde os tempos mais remotos de sua existência - que sequer recordava - quando ainda dormia no berço... 

Foi com olhos de recém nascida que viu as lágrimas da mãe...

Enquanto Carla segurava a filha nos braços e a recebia no mundo... Pela terceira vez.





O momento de ternura entre Carla e a filha passou assim que Letícia perguntou:

- Alguém veio me ver?

Carla foi direta:

- Sobre quem exatamente você quer saber?

A ausência de resposta a fez perder completamente a paciência:

- Letícia, você podia ter morrido e a única coisa que consegue pensar é em buceta?

A reação dela foi de um constrangimento chocado:

- Mãe!

Não esperava que Carla falasse com ela daquele jeito. Muito menos que continuasse:

- Se eu te disser que a Karen e a Paula estão aí fora agora, neste exato momento. Quem você quer que entre?

Não estava acostumada a ser cobrada nem pressionada pela mãe. O protesto soou débil e frágil:

- Mãe...

Parecia ser a única palavra que Letícia era capaz de balbuciar...

A irritação de Carla atingiu o seu limite:

- Qual das duas? Fala! Pelo amor de Deus, Letícia, se decida!

Mas Letícia continuou calada.

A confusão de sentimentos que percebeu na filha... Foi exatamente o que fez Carla dizer:

- Você só chamou por uma delas.

A revelação da mãe deixou Letícia quase em desespero:

- Qual? Quem eu chamei?

Carla respirou...

Profundamente...

Antes de finalmente responder:

- Se você não sabe, não sou eu que vou te dizer.

Virou-se para sair do quarto. Precisando da segurança e do conforto dos braços de Júlia desesperadamente...

Antes que pudesse mandar a porta se abrir, a filha a chamou:

- Mãe, espera!

Assim que voltou a olhar para ela, Letícia perguntou:

- Elas estão mesmo aí fora?

A voz soou irritada, ríspida, quase seca:

- Não.

Logo depois suavizou-se:

- A Karen esteve. Veio buscar o Nicholas e foi embora. Não quis entrar aqui no quarto.

A primeira e única coisa que Letícia disse foi:

- A Karen... Ela... Não quis me ver?

Carla não tentou consolar a filha. Muito pelo contrário. Pareceu não se importar com as lágrimas que já escorriam dos olhos dela:

- Eu sinto muito, mas... Parece que, finalmente, você conseguiu ficar sem ninguém.





Paula saiu do banho e estranhou o fato de não encontrar Luna no quarto que agora dividia com a filha caçula. Já tinha passado – e muito – da hora da menina estar na cama.

“Provavelmente tinha adormecido no sofá, no meio de algum desenho animado interativo...”

Pensamento que a impulsionou até a sala, onde parou, frente à visão... De Natália deitada, com Luna encaixada em um dos seus braços, as duas profundamente adormecidas...

Desligou a TV, pegou a filha no colo cuidadosamente para não acordá-las... Levou-a para o quarto, colocou o pijaminha nela, deitou Luna na cama, cobriu-a e beijou-a:

- Dorme bem, meu amor...

Tudo isso sem sinal de Natália ter despertado.

Voltou para a sala.

Ficou parada na frente dela, admirando-a... Durante um tempo que jamais conseguiria calcular... Aproximou-se lentamente... Ajoelhou-se no chão, ao lado de Natália... Movida por uma vontade incontrolável de tocá-la...

Começou com as pontas dos dedos... Desenhando delicadamente o contorno do rosto... Quando chegou nos lábios, Natália teve um leve estremecimento... Suspirou e sorriu... De uma maneira inteiramente involuntária...

Paula parou e prendeu a respiração, mas Natália continuou lindamente adormecida, como se a convidasse... Pedisse por um beijo que a despertasse... Como nos contos de fada...

Paula sorriu com uma melancolia amarga... Sentindo-se a maçã envenenada...

Mas talvez...

Quem sabe...

Se fosse ministrada em doses homeopáticas...

Pudesse curar ao invés de matar.

Voltou a olhar para Natália...

Tão bela...

Lançando sobre ela um encantamento absolutamente incontrolável...

Naquele momento nada mais importava.

Sem ser capaz de resistir, se reclinou até enfiar o rosto nos cabelos pretos e se embriagou... Do cheiro deliciosamente familiar e sedutor de Natália...

Completamente enfeitiçada...

Paula sentiu que morreria...

Se não a beijasse...

Encostou a boca na dela... De leve... Apenas um roçar... A suavidade do contato contrastando com a respiração completamente alterada...

Natália abriu os olhos e, ainda perdida no limiar entre sonho e realidade, entreabriu os lábios...

Quando o beijo se concretizou, Paula não pensou mais... Apenas se lançou, de corpo e alma... No desejo de recuperar a mulher que amava...





CONTINUA NA PRÓXIMA 2ª FEIRA...


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postado originalmente em 18 de Dezembro de 2014 às 18:00.



Aviso sobre direitos autorais: Copyright © 2014 por Diedra Roiz
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terça-feira, 11 de novembro de 2014

livro AMA/DOR/A



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DESCRIÇÃO DO PRODUTO:
Título: AMA/DOR/A
Autora: Diedra Roiz
Ilustrações: Thaís Gliosci
Criação da Capa e Peças Gráficas de Divulgação: Tainá Diniz
Revisão de Texto e Diagramação: Manuela Neves
Assunto: Poesia
Número da edição: 1ª
Número de páginas: 96
ISBN: 978-85-910000-5-0
Formato: 12 x 18 cm
Acabamento: Brochura com orelhas 

Preço: R$ 30,00 ( com frete incluído para todo o Brasil)
Prazo de entrega: 10 dias úteis a partir da confirmação do pagamento feita pelo pagseguro
 


SINOPSE:
AMA/DOR/A é uma coletânea de trinta e nove poesias escritas por Diedra Roiz entre 1993 e 2013. O livro, que conta com as belíssimas ilustrações de Thaís Gliosci, dá voz e visibilidade a uma realidade que ainda é minoria na produção literária: a da mulher como protagonista-narradora-sujeito desejante, portadora da voz, do ponto de vista e do discurso.
           
A apresentação do livro, escrita por Terezinha Manczak, o define como:
“[...] Uma poética que trata de amor (es) urbanos, vividos, moldados na experiência e nas buscas de uma mulher que sabe o que quer. Percebe-se na AMA/DOR/A de Diedra, não a repetida variação sobre o mesmo tema, mas uma unidade - onde o fio condutor de toda a obra não é outra coisa senão a paixão. [...]
 [...] Ao invés de se ocupar em cortar palavras, Diedra se dispõe a cortar a própria carne em oferenda, sem medo de sangrar até sentir-se dominada. Os rasgos não são traços da loucura de palavras vazias - sem sentido - tudo faz sentido, a partir do momento em que a autora diz sem pudores, tudo o que deseja e espera do amor.”

 
BIOGRAFIA DA AUTORA: 
Carioca radicada em Blumenau - Santa Catarina. Praticante do Budismo de Nitiren Daishonin, formada em Direito na UERJ e Artes Cênicas na UNI RIO.
Foi iniciada nos versos na turma de criação poética “Fala Palavra” orientada por Chacal na UERJ em 1993 e 1994.
Além de escritora, é produtora cultural, diretora teatral e atriz.
Teve seu primeiro conto publicado no livro "Olhares Diversos" em 2008. Obteve menção honrosa na categoria conto no 7º Concurso Guemanisse que deu origem ao livro "Literatum & Poeticum"(2009).
Tem três livros publicados: o romance O LIVRO SECRETO DAS MENTIRAS & MEDOS (2009), a coletânea de contos BOLEROS DE PAPEL (2011) e o primeiro volume da Coleção Arco Íris, o romance LEGADO DE PAIXÃO (2013).



    

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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Coleção Arco Íris - segundo livro: AMOR INDOMÁVEL de Wind Rose

Está aberta a pré-venda do segundo título da Coleção Arco-Íris: 


Amor Indomável - de Wind Rose 
O romance de Ravely e Luiza já está disponível ao preço promocional de 45 reais (frete grátis) e exemplar autografado para quem quiser.

Confira no site e garanta o seu: 

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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

O INFINITO EM OUTRAS VOLTAS - DOAÇÕES ANTECIPADAS


Menin@s Lind@s e Maravilhos@s,
Tudo bem?
É com imenso prazer que venho informar que... 
As doações de O INFINITO EM OUTRAS VOLTAS já começaram! 
Antes mesmo da postagem do Primeiro Capítulo! 
Não sei nem como agradecer!!! Muito, mas muito obrigada mesmoooooooo!!!!
Sendo assim... 
Declaro as doações oficialmente abertas e com esta nova situação, agora temos...

NOVAS REGRAS:
- Assim que atingirmos as 50 cotas será postado o Capítulo 02.
 
- Se atingirmos as 50 cotas antes da 2a feira - dia 29/09, as postagens dos dois primeiros capítulos serão antecipadas. Ou seja, serão feitas no dia em que as 50 cotas forem atingidas.




No mais, continua tudo quase igual... CONFIRA:

- A doação é voluntária, tod@s podem ler, participando ou não.
- Assim que atingirmos 50 cotas de R$ 10,00,
ou total de R$ 500,00, será liberado o segundo capítulo.

- A partir do dia em que as 50 cotas forem atingidas, será postado um capítulo por semana. 
- Qualquer leitor@ pode fazer a doação no valor de R$ 10,00 ou mais.
- Ao atingirmos 100 cotas de R$ 10,00, ou total de R$ 1.000,00, serão liberados dois capítulos por semana.
- Ao atingirmos 150 cotas de R$ 10,00, ou total de R$ 1.500,00, serão postados três capítulos por semana. 

- Se atingirmos 200 cotas de R$ 10,00, ou total de R$ 2.000,00, serão postados quatro capítulos por semana.
 



As doações serão revertidas para os próximos projetos da autora (que são muitos!)

Para colaborar basta clicar no botão abaixo: 







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A AUTORA AGRADECE IMENSAMENTE 
A SUA COLABORAÇÃO!



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RECAPITULANDO:
O segundo capítulo será postado assim que atingirmos 50 cotas ou R$ 500,00.

Depois disso:

50 cotas   = um capítulo por semana
100 cotas = dois capítulos por semana
150 cotas  = três capítulos por semana
200 cotas = quatro capítulos por semana