sexta-feira, 22 de agosto de 2014

CAMPANHA ENTENDA A DIFERENÇA ENTRE ADAPTAÇÃO, FANFICTION e PLÁGIO



Usar uma história de outra pessoa, apenas trocando nomes e alguns detalhes, não é uma adaptação, e nem uma fanfiction. 
É plagio!
Você somente pode adaptar algo com o consentimento do autor, e mesmo assim, existem vários pormenores que precisam ser discutidos entre as partes.
Quanto às fanfictions, neste caso, é algo BASEADO numa história, mas essa nova história é escrita totalmente pela autora da fanfiction. 
Não é apenas mudar uma coisa aqui e ali. É criar! 
Caso contrário, é plágio, e plágio é crime! 

 
Menin@s Lind@s e Maravilhos@s,
Tudo bem?
Vários plágios têm surgido por ignorância e falta de informação, então...
Que tal esclarecer a diferença entre adaptação, fanfiction e plágio para o máximo de pessoas possível?

VAMOS COMPARTILHAR, REPASSAR E DIVULGAR ESSE POST PARA O MÁXIMO DE PESSOAS PARA EVITAR MAIS PLÁGIOS POR FALTA DE INFORMAÇÃO? 
CONTO COM VCS!

bjo muito mais do que ultra mega hiper suuuper imensamente gigantesco e especial no coração de cada um@ e tod@s!
Di

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Lançamento/Noite de Autógrafos do livro de poesias AMA/DOR/A

Lançamento/Noite de Autógrafos do livro de poesias
AMA/DOR/A de Diedra Roiz






Mais fotos em:
https://www.facebook.com/Diedraroiz/media_set?set=a.895548080472715.1073741839.100000525932684&type=1
 




QUANDO: Noite Multicultural no dia 07/08 às 19h
ONDE: Espaço Elfy Eggert - Fundação Cultural de Blumenau

OBS: distribuição gratuita de 50 (cinquenta) exemplares para o público presente.


RELEASE:

AMA/DOR/A é uma coletânea de trinta e nove poesias escritas por Diedra Roiz entre 1993 e 2013. O livro, que conta com as belíssimas ilustrações de Thaís Gliosci, dá voz e visibilidade a uma realidade que ainda é minoria na produção literária: a da mulher como protagonista-narradora-sujeito desejante, portadora da voz, do ponto de vista e do discurso.
 


O livro AMA/DOR/A foi patrocinado pela Prefeitura Municipal de Blumenau e Fundação Cultural de Blumenau por meio do Fundo Municipal de Apoio à Cultura de Blumenau.
 

 A apresentação do livro, escrita por Terezinha Manczak, o define como:
“[...] Uma poética que trata de amor (es) urbanos, vividos, moldados na experiência e nas buscas de uma mulher que sabe o que quer. Percebe-se na AMA/DOR/A de Diedra, não a repetida variação sobre o mesmo tema, mas uma unidade - onde o fio condutor de toda a obra não é outra coisa senão a paixão. [...]
[...] Ao invés de se ocupar em cortar palavras, Diedra se dispõe a cortar a própria carne em oferenda, sem medo de sangrar até sentir-se dominada. Os rasgos não são traços da loucura de palavras vazias - sem sentido - tudo faz sentido, a partir do momento em que a autora diz sem pudores, tudo o que deseja e espera do amor.”



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