SEMPRE EM MEU CORAÇÃO



O LIVRO
Qual é o tempo do amor? 
Muito jovem ou já se passou da fase, dias sem fim ou eterno enquanto dura, um evento moderno ou um acontecimento livre das amarras do tempo? 
Nessa história romântica, com ares do Rio de Janeiro da década de 1940 – época em que a mulher, ao casar, perdia sua plena capacidade e tinha sua existência submetida ao marido –, seguimos a trajetória de Eduarda, Maria Lúcia e Nora, três mulheres fortes e, cada uma a sua maneira, bem à frente de seu tempo: Para Nora, não havia grandes promessas, um lar desarranjado, o trabalho precoce, o assédio ameaçando-a onde quer que fosse. O amor? Ela não tinha tempo para essas fantasias, sua vida tinha o custo de seu suor. Já Maria Lúcia viu na paixão a chave para um mundo de muitas cores, ainda que algumas delas fossem assustadoras para as outras pessoas. Já de Eduarda, a vida tinha roubado as ilusões antes mesmo que pudessem fincar raízes. Prática, um pouco amarga, acostumou-se a colher apenas o que plantava, olhar para o presente que, ao seu passar, a distanciava de um passado doloroso. 
O fio do destino que entrelaçou essas vidas cuidou de trazer à luz o que vivia sempre em seus corações...

DIEDRA SOBRE O LIVRO:
Confesso, tenho um amor especial por SEMPRE EM MEU CORAÇÃO, por ser dedicado a todas as mulheres que lutaram, lutam e lutarão por equidade, dignidade, voz, visibilidade, justiça e felicidade, independente das regras, moral, leis e supostos “bons costumes” das estruturas de poder tão cruelmente contrárias a elas/nós. A apresentação foi escrita pela maravigold Hanna K e, como sempre, ela foi perfeita:
“O amor, sentimento que foge ao controle da lógica, é o elemento que impulsiona SEMPRE EM MEU CORAÇÃO. O amor como o de todos nós, tão confuso e irresistível quanto controverso, [...] que soa como um soneto antigo, evocando memórias e a sensação de coisas vividas, difíceis de esquecer.
Com sua alma carioca, Diedra apresenta uma histórica romântica, ambientada em um local que aparenta ser o Rio de Janeiro com ares da década de 1940, época em que a maioria das mulheres no Brasil era analfabeta e apenas uma parcela insignificante delas tinha acesso ao ensino superior. No lastro da obra, é possível perceber quanto desse olhar crítico recai, não apenas sobre aspectos da subordinação feminina, mas, sobretudo, sobre os sacrifícios que foram feitos para que as mulheres alcançassem um pouco de independência e autonomia.
Para além dos discursos, há sensações espraiando-se em todas as direções. Diedra Roiz recolhe a faísca que se desprende das paixões intensas e incontornáveis entre mulheres, e, ao mostrar corpos vibráteis que não se acomodam aos estereótipos, produz um olhar especial sobre as práticas sexuais e afetivas entre mulheres, capaz de desmontar os lugares-comuns. [...]
Diedra Roiz é uma das vozes capazes de exprimir o potencial de muitas vidas veladas, estas que muitas vezes, para existirem, vivem sob o manto da invisibilidade, ajuda reconstruir um imaginário positivo sobre as identidades lésbicas. E a importância disso vai bem mais além do que o mérito literário. Trata-se de mostrar que a felicidade é possível, mesmo em contextos opressivos e excludentes, como também é possível amar mesmo quando o amor parece impossível.

SEMPRE EM MEU CORAÇÃO é a delicadeza dessa lição.”


Leia os TRÊS PRIMEIROS CAPÍTULOS:


SEMPRE EM MEU CORAÇÃO
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