INFINITO EM DUAS VOLTAS


O LIVRO
Quantos anos você tinha em 1988? 
Carla e Julia tinham 17 e juntas descobriram o amor, o sexo e a paixão entre duas mulheres, em uma época em que não só não se falava sobre isso como quase não se tinha informação alguma. Mas os sonhos de Julia eram incompatíveis com as cobranças de Carla.
Será possível recuperar o primeiro amor perdido vinte e cinco anos depois?

DIEDRA SOBRE O LIVRO:
Tenho um carinho imenso por esse livro - por ser o meu último publicado, claro - mas principalmente pela nostalgia que "O infinito em duas voltas" me causa, em parte pelo saudosismo que os anos 80 suscitam, em parte por Carla e Júlia terem a minha idade (sim, eu tinha 17 anos em 1988) e, por isso mesmo, terem e serem tanto de mim. Além disso, narrativas lésbicas com um casal protagonista acima de 40 anos ainda não são comuns no Brasil, o que faz dele muito especial para quem, como eu, é uma lésbica de 48 anos. A apresentação do livro foi feita por minha querida companheira de Sonserina e de editora, a talentosíssima   Lis Selwyn que, como sempre, foi perfeita com suas palavras:
"Depois de vinte cinco anos, você seria capaz de esquecer o seu primeiro amor?!
Diedra Roiz nos presenteia, desta vez, com um romance de arrancar suspiros, dos corações mais românticos aos corações mais “peludos”. Em constante mudança temporal, entre os anos oitenta e os anos dois mil,
O infinito em duas voltas, em meio ao caos político e social que vivemos no Brasil, nos traz uma dose de refúgio, acalento e esperança.
O livro narra o romance de Carla e Julia, duas mulheres que se conhecem ainda na adolescência, em plenos anos oitenta e, juntas, em uma viagem, descobrem o primeiro amor. Vinte cinco anos depois, Carla, com marido e dois filhos, e Júlia, com a tão almejada carreira de atriz, se encontram novamente por meio de um convite. Mas será que o lapso temporal foi o suficiente para apagar as lembranças adormecidas?

O infinito em duas voltas é um romance leve, para saborear em um dia chuvoso com um chocolate quente, mas não é apenas isso. Diedra Roiz nos leva além ao retratar as batalhas internas que cada uma das personagens é obrigada a travar. O infinito em duas voltas, uma viagem no tempo ainda que no presente, é sobre a coragem de sermos quem nós realmente somos, sobre nos afirmarmos perante uma sociedade com dificuldades em aceitar a diversidade – com dificuldade de nos aceitar, como mulheres lésbicas –, é sobre acreditar, sobre enfrentar barreiras e preconceitos, pré-conceitos e conceitos, sobre sonhar e, principalmente, sobre amar."


Leia os TRÊS PRIMEIROS CAPÍTULOS:
http://oinfinitoemduasvoltas.blogspot.com/




O INFINITO EM DUAS VOLTAS

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