sexta-feira, 10 de abril de 2015

PEQUENO DICIONÁRIO DO SEXO LÉSBICO - Parte 7


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), qualquer pessoa com mais de três parceiros por ano é considerada “promíscua”, independentemente da orientação sexual.

Oi?

Três parceiras por ano?

Uma a cada quatro meses, ou uma a cada oito semanas, ou uma a cada 120 dias. Quando se é solteira, é um número que… Digamos… Não é tão difícil de atingir.

Ou é?

Três por ano.

Quem nunca tiver sido – ou não quiser ser – promíscua não atire a primeira pedra, apenas levante a mão.

Quantas?

OMS rigorosa essa, não?

Rótulos à parte, vamos à nossa sétima e penúltima parte?




Prevenção – por incrível que pareça, muitas pessoas ainda acham que com relação às DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) e ao HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) existam “grupos de risco”, como por exemplo, profissionais do sexo ou homossexuais.

Mais espantoso ainda é o fato de muitas lésbicas acharem que, pelo fato de só se relacionarem sexualmente com mulheres, estão protegidas ou inumes às DST e HIV. Não usam proteção alguma durante o sexo. Ou seja, jogam roleta russa…

Tem até quem ache que o fato de ser lésbica exime de ir ao ginecologista 

Ficou tão perplexa quanto eu?

Ah, pois é…

Não sei qual “achismo” acima é mais errôneo.

Ginecologista serve para quê? 

Manter a saúde do aparelho reprodutor feminino (vagina, útero e ovários) e mamas. Não é à toa que seu significado literal é “a ciência da mulher”. Logo, quem tem vagina, útero, ovários e mamas, independente de identidade de gênero, expressão de gênero e/ou orientação sexual ou qualquer outra coisa, precisa ir ao ginecologista uma vez por ano no mínimo, pois vaginite, dismenorreia, câncer, infertilidade, infecções e etc não têm preconceito, não se importam com identidade de gênero, expressão de gênero e/ou orientação sexual ou o que quer que seja. Quem tem vagina, útero, ovários e mamas, precisa se precaver.

Minha mãe teve câncer na mama e quando descobriu já era tarde demais. Retirou um dos seios, fez quimioterapia, mas não adiantou, o câncer se espalhou e ela faleceu em questão de menos de um ano. Então eu sei do que eu estou falando.

Da mesma forma, durante as relações sexuais, todas têm que se prevenir, pois em qualquer relação sexual existe risco de transmissão / contaminação.


Grupo de risco é quem não se previne, quem não se protege.

Simples assim.


Não custa repetir: A maioria do material sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis ignora o fato de existirem lésbicas e mulheres bissexuais, não informa nada sobre transmissão e prevenção em relações sexuais entre duas mulheres, mas no site do Laços e Acasos do Grupo Arco Íris existe uma cartilha perfeita, feita só para nós.

Basta acessar:


Deem uma olhada, pois vale muito a pena!

E é sempre melhor prevenir do que remediar, não é mesmo?








Ponto G – Concentração de terminações nervosas, vasos sanguíneos e glândulas ligadas ao clitóris, que se localiza em torno da uretra. O ponto é especialmente sensível à pressão e, quando estimulado, pode proporcionar orgasmos intensos.

Questão polêmica entre os estudiosos de sexualidade. Uma parte acredita na existência do Ponto G, porém, a maioria dos terapeutas e educadores sexuais afirma que Ponto G não existe. Ou melhor, que só existe na cabeça!

Então Ponto G é um mito? Será? Se não, onde ele fica? Como ele é exatamente?

Por incrível que pareça, não existem relatos científicos que comprovem a existência de tal ponto no corpo feminino. Quanto à idéia de que cabeça é a chave de tudo, isso se deve ao fato de que o segredo para a mulher sentir prazer e ter orgasmo se relaciona, antes de tudo, a questões emocionais.

Alguém discorda disso?

Óbvio que o prazer é maior quando a mulher está entregue, muito a fim, consciente de onde e como gosta de ser tocada, à vontade com a parceira.

Parece simples, mas nem tanto. Estresse, ansiedade, culpas, medos, cobranças internas, pensamentos do tipo:

- Tenho que mostrar serviço!

- Será que ela está gostando de mim? Da minha performance?

- Será que ela está me achando gorda?

Ficar tentando esconder a barriga, tentar evitar que ela toque em determinados locais ou em seus “pneuzinhos”, fazer posições acrobáticas, e etc só atrapalha.

Esse tipo de neura é fatal para a excitação e, em consequência, para o orgasmo de qualquer tipo.

É uma bobagem ficar se preocupando com esse tipo de besteira. É preciso se concentrar em coisas muito mais importantes.

Perceber, sentir, explorar, saborear, conhecer a fundo o seu corpo e o da sua parceira. Essa é a graça do negócio, gente!

Na hora do vamos ver, ou dá ou desce. A melhor forma é ser você mesma. Entrega é fundamental. Mande o Watson embora, racionalidade não serve para nada nesse momento. Já que está na chuva, se molhe – use, abuse, lambuze! – para valer.

Mas cá entre nós: como encontrar esse Santo Graal do sexo, mais conhecido como Ponto G?

Levando em conta a corrente que afirma que ele existe mesmo:

Muito se fala e escreve sobre o Ponto G e os orgasmos que o mesmo proporciona. Apesar disso, a verdade é que algumas mulheres sequer têm consciência da sua existência, e a maioria desconhece a sua exata localização e como fazer para obter um orgasmo através de seu estímulo.

Parece incrível? Ou terrível?

Antes tarde do que nunca. Vivendo e aprendendo!

Como procurar – e encontrar – esse nosso tesouro escondido?

Tatear é um bom início…

Não é tão fácil encontrá-lo, porque varia de mulher para mulher. Na localização, no tamanho, na textura e na espessura.

Invisível aos olhos e não muito fácil ao tato, fica logo abaixo do osso púbico, no canal vaginal, na parede voltada em direção ao ventre, entre a abertura da vagina e o colo do útero.


Na prática? 
Onde está o Ponto G?

1- Penetre a vagina com um ou dois dedos (preferência: o médio e o indicador), com a palma da mão virada para o clitóris, e o(s) curve em direção ao umbigo.

A ponta do(s) dedo(s) deverá então estar tocando o ponto G.

2- Procure uma área mais rugosa ou áspera que o normal. Devido à excitação, também pode ser um ponto mais duro.

Quando as paredes vaginais estão bem lubrificadas, o ponto G fica inchado, cheio de sangue e, portanto, mais sensível e proeminente.

Poderá então ser identificado como uma pequena saliência enrugada, uma área oval de 2 cm, na parede frontal interna da vagina.

3- Ao ser estimulado, ele cria uma sensação intensa e característica. Para algumas mulheres esta sensação é similar à vontade de urinar. Para outras a estimulação do Ponto G pode ocasionar uma espécie de ejaculação.

OBS: Como em qualquer outro estímulo humano, não é igual para todas. Não adianta perguntar para ninguém, tem que provar, experimentar mesmo!

Quando o tocar, vai sentir uma sensação bem característica que não vai deixar dúvidas: você atingiu o lugar certo!

4 – Pressione de forma firme e movimente o(s) dedo(s) como se estivesse chamando alguém em um movimento de “venha cá”.

5- Experimente vários níveis de pressão e tipos de movimento.

O tamanho e sensibilidade do ponto G variam muito. Por isso não há um único jeito para estimular. Algumas mulheres apreciam uma pressão ritmada, outras um movimento de rotação, outras preferem estimular o clitóris ao mesmo tempo.

Experimente até encontrar a(s) sua(s) preferência(s) e não esqueçam: o importante de uma jornada não é a chegada, mas… O caminho percorrido para se chegar até ela!

Mais do que encontrar um ponto que leve ao prazer absoluto, a procura dele na parceira, ou da parceira, é que faz a graça da coisa.




Sadomasoquismo – deriva do nome Donatien Alphonse François de Sade (Marquês de Sade).

O termo sadomasoquismo seria a relação entre tendências opostas, o sadismo e masoquismo.

Como diz o sutra de Lótus: consistência do início ao fim! (Nyo ze hon ma ku kyo to)

Nada contra.

Como tudo no sexo: se as duas (ou mais) estiverem de acordo e a fim, tudo bem. Eu realmente penso assim. Espero sinceramente que vocês também.

Mas sejamos realistas: se a homossexualidade ainda não é bem aceita, sadomasoquismo então…

Como sempre, qual é o grande problema?

Intolerância, preconceito, tabus, medos, etc.

No sadomasoquismo, a dor é associada ao prazer. Ok. Mas se as duas querem, quem pode apontar o dedo (não esqueça que os outros três se voltam para você) e dizer:

- Não é normal.

- É nojento.

- Coisa do demo.

- É o fim dos tempos!

E outras coisas do gênero? Gostaria de lembrar que são as mesmas palavras que muitos usam com relação às lésbicas.

É simples, não é? Não faça com os outros aquilo que você não gostaria que fizessem com você.

É preciso aceitar, ao invés de julgar e condenar as diferenças.



“O berro de pavor que Silvinha soltou da porta da cozinha ecoou por toda a sala… Cris se virou e também não acreditou no que viu…
Bárbara inteiramente despida, com exceção de uma calcinha minúscula e absolutamente transparente, os sapatos de salto agulha e um chicotinho que brandia no ar, enquanto dizia com uma voz grave e dominadora:
- Vou mostrar quem é que manda aqui, cadelas!
A garota multi colorida exclamou:
- Meu Deus, o que é isso?
Silvinha gritou:
- Cacilda Becker! A prima da minha chefe é sadomasoquista!
Cabendo a Cris tentar recuperar a ordem e o controle:
- Que putaria é essa? Cadelas vírgula! Tá pensando o que, minha filha?
Bárbara abaixou o chicote, completamente surpreendida:
- Ué… Não era isso que vocês queriam? Mas foi o pedido…
Imediatamente, Cris inquiriu:
- Pedido? Que pedido?
Como resposta, a Dominatrix ainda despida questionou:
- Aqui não é o 207?
Foi Silvinha quem respondeu:
- Não.
Com um suspiro exasperado, Bárbara soltou:
- Ai, cacete! – começou a se vestir, enquanto falava – Eu sinto muito, meninas. Errei de apartamento…”
(“Regra de Três” – de Diedra Roiz)



Apostos à parte, continuemos:

No sadismo a pessoa busca sentir prazer em impor dor física e/ou moral à outra. Envolve atos (reais, não simulados) nos quais a Dominadora obtém excitação sexual do sofrimento psicológico ou físico (incluindo humilhação) da Submissa.

No masoquismo a pessoa busca sentir prazer em receber o sofrimento físico e moral imposto pela outra pessoa. Prazer sexual não só relacionado com o desejo de sentir dor física, mas mediante a humilhação e dominação, e também através de uma situação de inferioridade perante a parceira.

Como podem ver, são tendências opostas que se complementam. É um contrato (se não houver consentimento é crime mesmo), uma troca entre pessoas com tendências opostas, que envolve entrega, cuidado, parceria, confiança, responsabilidade e amor.

Sadomasoquismo NÃO É uma doença!

É uma relação como outra qualquer, só que expressa de um modo totalmente diferente (Para o “senso comum”. Provavelmente os praticantes de SM pensam o mesmo da gente. Ou não?)

Embora a imagem clássica do sadismo seja a da Dominatriz de máscara, espartilho de couro e chicote na mão, essa é uma imagem comercial, muito mais ligada ao fetichismo do que ao Sadomasoquismo.

O que diferencia os dois? A intenção.

Para a fetichista, a indumentária.

Para a sadista, o prazer da sensação de domínio e de causar sofrimento à parceira.

Para a masoquista, o prazer de ser dominada, humilhada, inferiorizada. Receber o sofrimento que a parceira lhe proporciona.

Entre as adeptas das práticas resumidas no termo BDSM (Bondage, Dominação, Sadismo e Masoquismo), o sadismo se encontra como uma prática segura, sendo sua realização de comum acordo entre as partes envolvidas no ato.

A comunidade BDSM usa o lema SSC, que significa “São, seguro e consensual”.

Em geral o limite pessoal de cada um não é ultrapassado. Pedir para o dominador parar não adianta, para esse fim é utilizada a SAFEWORD (Palavra de Seguranca) que é pré-estabelecida entre as partes.

Gostos, desejos, vontades. Formas e modos de se obter e dar prazer. Isso não se discute. Não existem regras, manuais, nem fórmulas. Certo e errado? Muito menos.

Cada uma tem e sabe muito bem qual em que banda toca. Espero eu…






Sexo Anal – ou sodomia

Prática sexual que se caracteriza pela introdução de dedos, pênis ou objetos no interior do ânus da parceira sexual.

Tal prática não é muito bem vista. Na verdade, ainda é um grande tabu, não é mesmo?

Ainda assim, é uma forma de se obter prazer, porque a região anal é uma das zonas erógenas mais sensíveis do corpo humano, por isso o ato pode, por si só, levar a pessoa penetrada ao orgasmo. (Orgasmo Anal)

O prazer nem sempre é garantido. Por quê?

Se a preparação prévia não for bem feita, e os cuidados necessários durante forem esquecidos por algum tipo de empolgação ou entusiasmo que descontrole a parceira que está penetrando – ou seja: se não se respeitar o tempo nem o jeitinho necessários para o devido relaxamento da musculatura em questão – pode causar dor e até sangramento.

É a mesma historinha do hímen e do dentista, lembram? Se ficar tensa, vai acabar contraindo a musculatura e deixando tudo mais difícil. Sofrido mesmo.

Por outro lado, quando os cuidados adequados são devidamente atendidos, o prazer da praticante passiva pode e vai ser alcançado sim!

A prática da penetração anal também pode envolver, simultaneamente, a estimulação do clitóris, o que facilita o orgasmo.

Mas como diria Jack, o estripador:

- Vamos por partes!

A prática do sexo anal requer alguns cuidados especiais. Se você deseja fazer, mas não sabe muito bem como começar, confira os conselhos de Sue Johanson (aquela educadora sexual que apresenta o programa “Falando de Sexo” / “Talk Sex”):

01 - Não forçar a penetração de jeito nenhum e nem fazer movimentos vigorosos.

02 - Usar muito gel lubrificante à base de água.

03 - Usar camisinha sempre.

04 - Jamais passar da penetração anal para a penetração vaginal sem trocar a camisinha.

05 - A parceira que penetra deve respeitar o “STOP (PARE)” da que está sendo penetrada. Se uma não estiver gostando, a outra deve parar imediatamente.

06 - Se uma das duas não gostar e não quiser fazer sexo anal novamente, que fique combinado: sem pressões ou coação. 

07 - “Não” quer dizer “Não”.


Sue Johanson é o máximo, né? Adoro ela!


Algumas observações:

01- Use camisinha! Nem preciso mais comentar, né? Todas já sabem que é IMPORTANTÍSSIMA!


02- Trocar o preservativo se resolverem partir para a penetração vaginal após a anal. SEMPRE!!!

As bactérias que habitam o ânus podem causar uma série de infecções caso sejam transportadas para a vagina, devido à incompatibilidade entre a flora bacteriana desta zona com a flora existente no ânus.

Explicações científicas à parte, pense: por motivos óbvios, não é nada higiênico inserir algo que estava no ânus em qualquer outro local, não é mesmo?

Se usar os dedos para a prática do sexo anal e não utilizar camisinha, não os utilize na vagina. É para isso que temos duas mãos!


03- Uso de lubrificantes. O ânus não é tão elástico quanto a vagina nem tem lubrificação natural como ela.

E saliva nem sempre é o bastante. Para prevenir e evitar qualquer tipo de sofrimento, melhor mesmo é utilizar algum lubrificante à base de água para amenizar o atrito.


04- Preliminares. Muito importantes nesse caso. Para dizer a verdade: INDISPENSÁVEIS!

Beijos, abraços, carícias por todo o corpo, sexo oral, introdução de um dedo, depois dois, e, só mais tarde, um objeto.

Muita calma nessa hora! Todo cuidado e carinho é pouco! Tudo para que a mulher fique bastante excitada. Dessa forma, a musculatura anal relaxa, proporcionando uma penetração como deve ser: prazerosa e indolor.

Uma forma muito conhecida é o Anilingus (também conhecido por Cunete, Tulipa Roxa, Pérola Negra, Botão de Rosa, Beijo Negro, Beijo Grego, Cuzete, Beijo Natalistico, Folhinha Verde, Laminha, Beijo Bauruense, etc).

Consiste em lamber e beijar o ânus, pois o toque da língua relaxa o esfíncter e propicia uma melhor abertura.

Além disso, as inúmeras terminações nervosas do ânus fazem com que ele seja uma zona erógena particularmente sensível a qualquer estimulo. Um prazer e tanto…


05 – A melhor posição. Varia. De pessoa para pessoa, momento para momento. Como tudo na vida: é relativo!

O ideal é escolher a que deixe a pessoa mais confortável e relaxada.

De joelhos apoiada nos braços, “de quatro” (de joelhos, com os braços esticados e as mãos apoiadas na cama), deitada de bruços com travesseiros ou almofadas sob a barriga para levantar a parte inferior do corpo, etc.

Tudo depende da combinação entre as parceiras.


“No chuveiro a água morna massageava minha pele e revelava as sensações e as marcas da noite anterior. A avidez esfomeada com que atravessou a noite e percorreu meu corpo da forma que quis, latejava e ardia. Uma quase satisfação na dor… Um prazer que nunca senti na vida.
Foi sorrindo que me lembrei do momento em que ela disse:
“- Vira, quero você de quatro agora.”
E me deu um orgasmo que me fez gritar e enxergar a dimensão paralela, aquela em que só vivem as mulheres bem comidas.”
(Wind Rose em “Assim Falou Benedito”- romance em parceria com Diedra Roiz)


Tudo muito bom, tudo muito bem. Sempre discutimos as dificuldades, barreiras, preconceitos, traumas e vontades da passiva, que vai ser penetrada, mas agora eu pergunto: e no outro lado, ninguém pensa?

Por que se presume que penetrar é fácil, tranquilo, sem problemas, e só ser penetrada é que é dureza?

A parceira que penetra tem toda uma série de responsabilidades, de pressões, de medos também. Tem que ter calma, paciência, jeito. Talento. Já pensaram nisso? Pois é…

Além disso: não é todo mundo que quer, se sente à vontade ou deseja introduzir o que quer que seja no ânus da parceira.

O principal mesmo? As duas têm que querer. Impossível de outro jeito.

Precisamos, antes de tudo, conhecer nossas expectativas e desejos em relação a qualquer prática sexual. Afinal, sexo é – tem que ser sempre – sinônimo de prazer, não é mesmo?

Fazer algo que não quer só para agradar a parceira é uma péssima idéia. Não tem como sentir prazer desse jeito.

Se quer, faça. Sem preconceitos.

Se está em dúvida, ou com medo de experimentar, é diferente. Decida-se. Sem pressa. Dê tempo ao tempo. Ou se deixe levar pelo momento, também funciona que é uma beleza!

Se não quer, não faça. Sem sofrimentos.

O corpo é seu, você decide o que fazer com ele.

Só não esqueça: está tudo na cabeça.

No final das contas, o órgão sexual mais importante é a mente.



Um ótimo feriado para cada uma e todas!

Aproveitem!

E até a próxima sexta feira!




Aviso sobre direitos autorais: Copyright © 2015 por Diedra Roiz
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